domingo, 14 de julho de 2013

Reflexão STC 5 – Sociedade, Tecnologia e Ciência

Reflexão STC 5 – Sociedade, Tecnologia e Ciência _________________________________________________________________________________ Objetivos: Unidade de Competência 5: Identificar, compreender e intervir em situações onde as TIC sejam importantes no apoio à gestão do quotidiano, na facilidade de transmissão e obtenção de informação e de difusão a grande escala de informação socialmente controlada, reconhecendo que a relevância das TIC tem consequências na globalização das relações. DR1 – Domínio de referência: Sociedade, Tecnologia e ciência no contexto privado Tema: Comunicação Rádio (CR) Sociedade: Tipo II – Compreender o uso dos telemóveis como objetos simbólicos de status social. Tecnologia: Tipo I – Identificar os componentes principais de um telemóvel: antena, ecrã de cristais líquidos, teclado, microfone, bateria, etc. Ciência: Tipo III – Explorar as relações fundamentais entre as características fundamentais entre as características gerais das ondas eletromagnéticas: frequência, velocidade de propagação e comprimento de onda. DR2 – Domínio de referência: Sociedade, Tecnologia e Ciência no contexto profissional Tema: Micro e Macroeletrónica (MM) Sociedade: Tipo III – Explorar mecanismos formais e informais de aquisição de competências em TIC como forma de inserção ou reconversão profissional (por exemplo: auto-formação; apoio de familiares e colegas de trabalho; ações de formação profissional em TIC; cursos pós-laborais; ensino recorrente para adultos). Tecnologia: Tipo II – Compreender as vantagens e desvantagens de vários programas e sistemas operativos para a realização de determinadas funções (por exemplo: utilizar o word para processamento de texto e não o Notepad; reconhecer o Photoshop como ideal para tratamento de imagem e fotografia; nomear o Adobe Acrobat como o formato de criação de documentos com elevada portabilidade; etc.). Ciência: Tipo I – Identificar com precisão características diferentes nos monitores dos computadores (por exemplo: dimensão; peso; contraste; definição; ângulo de visão; consumo; etc.), assim como o sistema de representação binário. DR3 – Domínio de referência: Saberes, Poderes, e Instituições na sociedade, Tecnologia e Ciência (3) Tema: Media e Informação (MI) Sociedade: Tipo III – Explorar oportunidades de (e desigualdades na) participação proporcionada pelos mass média, equacionando o seu papel na construção da opinião pública e da sociedade democrática. Tecnologia: Tipo I – Identificar o papel de satélite nas comunicações como recetor e emissor de mensagens entre locais fora de linha de vista. Ciência: Tipo II – Compreender os fatores que otimizam a produção de uma campanha publicitária através dos media, tendo em conta, por exemplo, os princípios de análise SWOT (pontos fracos, pontos fortes, oportunidades e ameaças). DR4 – Domínio de Referência: Estabilidade e Mudança da Sociedade ao Universo (4) Tema: Redes e Tecnologias (RT) Sociedade: Tipo II – Relacionar a informação da internet com estratégias diferenciadas de diversas entidades a atores que a produzem. Tecnologia: Tipo I – Identificar a crescente oferta de redes para a utilização da internet com ou sem fios (por exemplo: ISP tradicional; Cabo; ADSL; WI-FI; etc.). Ciência: Tipo III – Explorar a manipulação, transmissão e armazenamento de informação em código binário (por exemplo: utilizando o código ASCII para explicitar um nome). _________________________________________________________________________________ Nesta unidade de competência abordamos vários temas, fundamentalmente falamos sobre o telemóvel, o computador, os mass media e a internet. Iniciamos falando de ondas. Ondas mecânicas e ondas eletromagnéticas que têm como características; a frequência, o período, o comprimento da onda, a velocidade de propagação e a amplitude. As ondas eletromagnéticas têm utilidade, sejam elas; ondas de rádio, as micro-ondas, os infravermelhos, a luz visível, os ultravioletas, os raios-x e os raios gama. Passamos em seguida a falar das características principais dos monitores que se designam principalmente pela resolução máxima, o brilho, o contraste, dimensão do ecrã, ângulo de visão e a frequência de refrescamento de sinal. Aprendi também o sistema binário. O sistema binário que é utilizado em calculadoras ou computadores e utiliza apenas 2 números, o 0 e o 1. Fizemos uma notícia em grupo sobre a sociedade da informação que (encontra-se anexo no portefólio) que gostei de fazer, pois gosto bastante de fazer trabalhos de grupo. O título que demos à nossa notícia foi ‘’Airbus revoluciona com nova tecnologia de cockpit’’. Abordamos o tema dos perfis sociais dos utilizadores das novas tecnologias onde realizamos um trabalho, para fazer comparações entre os grupos de utilizadores em relação à faixa etária, as suas habilitações literárias, o género ou se estão num grupo de população ativa ou inativa, resumindo os resultados a percentagens. Não achei muito produtivo, visto que a informação cedida já se encontrava desatualizada, mas acaba por se tirar sempre algumas conclusões. De seguida informaram-nos sobre a importância da sociedade em rede, os seus benefícios e malefícios, a forma como surgiu, quem se integra nesta sociedade e as implicações socio-económicas. Falamos também em como as tecnologias da informação podem ser benéficas, nas novas formas de trabalho. O telemóvel, os seus componentes e características, (facilitando assim, uma futura compra, sabendo quais os principais fatores a ter em conta), a sua utilização mesmo a nível social. O computador, os seus componentes de software e hardware. Nesta área senti-me mais à vontade, pois já tenho alguma experiência, mas aprende-se sempre qualquer coisa de novo. Um tema interessante foi, os mass media. Aqui vimos o poder dos mass media através de um filme, que por acaso achei fantástico, com o título ‘’Mad City’’. Falamos sobre os vários meios de comunicação. Para terminar e não menos importante falamos da internet, de servidores e ligações. Por consequência fomos a uma visita à Universidade de Aveiro. Aí vi a importância da ciência para o nosso desenvolvimento. Podemos ver e tocar em trabalhos de pesquisa de alguns alunos em fim de curso, doutores e engenheiros. Soube que a maioria dos projetos de pesquisa têm um grande apoio financeiro externo, apesar de ainda utilizarem algumas verbas internas. Vi a importância das ondas a nível espacial, nunca pensei que se pudesse, através de dados recebidos por ondas radio, saber que tipo de atmosferas existem à volta de outros planetas, ou mesmo saber o comprimento das explosões do sol. Vimos também a importância da fibra-ótica e o seu estudo em termos científicos. Um bocado à frente para mim. Adorei estar com um projeto na mão que vai esta semana para o espaço, de modo a saber a resistência de alguns componentes. Não esquecendo o projeto feito para a marinha portuguesa, para emitir sinais de alarme em caso de catástrofe (não necessitando de energia, a não ser uma pilha no emissor e no recetor, ou mesmo o computador que funciona com velocidades de 40Gb (já imaginaste fazer o download de 4 filmes num segundo?) Resumindo encontrei vários temas do meu agrado que com certeza me ajudarão no futuro, o resto será informação que nunca é demais reter. Adorei o método de ensino das formadoras, apesar do excesso de fichas de trabalho. Em baixo deixo algumas fotos da visita de estudo. Laboratório de fibra ótica Banca de trabalho com fibra ótica Máquina para soldas de fibra ótica Computador servidor Projeto espacial Antena emissora/recetora de ondas Curso: Técnico de Instalações Elétricas -EFA-NS Formadoras: Ana Medeiros e Isabel Cruz Formando: Fernando Miguel Costa Silva Nº 11 24 de junho de 2013

Airbus revoluciona com nova tecnologia de cokpit - STC 5

Airbus revoluciona com nova tecnologia de cokpit Foto de cokpit de Boing A380 com novos comandos A airbus acaba de desenvolver um novo formato de comando de voo. Os antigos manípulos de comando, foram substituídos por um novo, tipo joystick, que associado ao computador de bordo, permite uma nova dinâmica aos pilotos, melhorando e simplificando as manobras e segurança, da tripulação e dos passageiros. Com este novo joystik, retira-se assim, grande parte do esforço aos pilotos, como também aumenta a precisão de voo. Uma das vantagens encontradas pela Airbus e pilotos, é a diminuição do erro humano, porque assim sendo, o piloto deixa de ter tanto trabalho operacional, passando a ficar mais concentrado na área de monitorização. Em contrapartida os aparelhos passam a ser controlados pelo computador de bordo, cerca de 95% do tempo de voo. Até que ponto esta evolução é benéfica para as nossas vidas, é debatido por todos até ao dia de hoje. Os pilotos apesar de apoiarem este novo comando, temem pela redução de vencimento, apesar de estarem na globalidade na esperança de que nada se vá alterar, afinal terão de redobrar a atenção na monitorização. Assim sendo acredita-se que sejam mais, os benefícios para todos. A airbus e a Boing declararam estar muito satisfeitas com esta nova evolução. Texto redigido por: Fernando Silva, Lara Campanhe, Cláudio Silva. Imagem cedida pela: Boing.

Confronto de interesses entre trabalhadores e empregadores

Confronto de interesses entre trabalhadores e empregadores • Modelo de Contratação versus Ciclo Económico Consoante o estado da economia, estando esta em expansão ou em recessão, o modelo de contratações também varia, ou seja, se a economia se encontrar em expansão, torna-se mais fácil a contratação de pessoas com menos burocracias contratuais, ao passo que quando se encontra em recessão, o emprego perdido é maior que o gerado, e assim os contratos efetuados aos empregados são mais complexos até em termos burocráticos. Visto isto, quando a economia está em recessão o posto de trabalho, normalmente é ocupado por curtos períodos de tempo e sem garantias, pois as empresas têm mais facilidade em despedir os funcionários. Aquando de uma economia em expansão, invertem-se os papeis, os empregadores já efetuam contratos de longa duração e até por tempo indeterminado. Tudo isto é um resultado dos picos da economia. • Salários, Regalias, Benefícios versus Rentabilidade Normalmente, quando falamos em rentabilidade, leva-nos a pensar em lucro. Assim sendo podemos dizer que rentabilidade é a principal referência das empresas, isto é, a luta diária das empresas tem de centrar-se em procurar ter mais receitas do que custos institucionais, minimizando as receitas, obrigatoriamente terão de reduzir nos custos, muitas vezes essas reduções passam pela redução dos salários, nas regalias e nos benefícios dos trabalhadores. Essas ações por parte do empregador desencadeiam a desmotivação do trabalhador, e por consequência a sua falta de rentabilidade na produção. Um ciclo que muitas vezes até leva à falência de muitas empresas. • Subordinação do Trabalhador versus Poder da Direção Hoje em dia verifica-se a liderança de pequenas e micro – empresas. Muitas são geridas por familiares. Neste último caso muitas vezes é onde se encontram mais conflitos entre trabalhadores e direção. O poder da direção depende muito da gestão e do perfil do líder, do seu caráter e formação, fundamentalmente da política de gestão da empresa. Se a política de gestão é radical ao ponto de não ouvirem o trabalhador seja este passivo ou não, e não existir comunicação dentro da empresa, as pessoas automaticamente deixam de se empenhar no seu trabalho e por consequência a produção também reduz. As responsabilidades do trabalhador passam pelo perfil, caráter e formação/educação do mesmo. Saber respeitar ordens sem reclamações. Abertura para fazer novos trabalhos mesmo que não sejam na sua área. A subordinação faz parte do contrato de trabalho e tem de ser compreendido pelo trabalhador. O objetivo dos empregadores não passam para além dos lucros, para isso têm de ter vendas, para as executarem terão de ter qualidade de produto, isso só acontece com a motivação dada ao trabalhador. Esta pode ser dada ao trabalhador com o reconhecimento e ou benefícios dados ao empregado.

REFLEXÃO CP1 - LIBERDADE E RESPONSABILIDADES DEMOCRÁTICAS

REFLEXÃO CP1 - LIBERDADE E RESPONSABILIDADES DEMOCRÁTICAS ________________________________________________________________________________________________________ Objetivos: • Conceito de liberdade pessoal em democracia; • Exercício da liberdade e da responsabilidade do cidadão em Portugal/Europa; • Direitos/Liberdades/Deveres/Responsabilidades; • Organização do estado democrático Português; • Relações laborais; • Estado liberal/Estado social; • Integração europeia; • Relações laborais, evolução e código do trabalho; • Estado liberal e estado social; • Integração europeia. ________________________________________________________________________________________________________ A partir do início do século 20, iniciou-se uma revolução em Portugal em termos políticos. Começaram as lutas pelos direitos dos trabalhadores e das mulheres com a implementação de um novo regime: a república. Este regime não durou por muito tempo, devido a uma grande instabilidade política e uma grave crise económica, foram esses fatores que causaram o fim da ditadura. Após o dia 25 de abril de 1974, instaurou-se então a 2ª República. Passamos a viver em democracia. Já podemos falar com liberdade! Este sistema político, surgiu no século VII a.c. na antiga Grécia, mas nessa altura, os escravos e as mulheres, não podiam participar das assembleias, onde os cidadãos aprovavam as leis e decidiam todos os assuntos do governo, assim como também não podiam votar. Foram então criados órgãos de soberania; o presidente da república, a assembleia da república, o governo e os tribunais. A constituição da república é a atual constituição Portuguesa, esta foi redigida em 25 de abril de 1975 no 1º aniversário da revolução dos cravos, apesar de só ter entrado em vigor a 26 de abril de 1976. A democracia implica ter responsabilidades e deveres que devem ser cumpridos por todos os cidadãos, como os de votar (todos têm direito ao voto, independentemente da riqueza ou grupo social, sendo este, secreto, anónimo, e livre), cumprir leis, respeitar os direitos sociais dos outros, prover o seu sustento com o seu trabalho, educar, proteger o património natural e construído. Uma das consequências da democracia é a liberdade. Num estado democrático, liberdade, é o direito que cada um dos cidadãos tem de não ser impedido, no exercício das suas faculdades e direito, de decidir ou agir segundo a sua determinação, salvo em certos casos previstos pela lei. Existem também vários tipos de liberdade num estado democrático, sendo os principais, a liberdade política, a liberdade de consciência e liberdade de expressão e pensamento. O conceito de cidadania sempre esteve ligado à noção de direitos, especialmente os direitos políticos, que permitem ao indivíduo intervir no direito dos negócios públicos do estado, participando de modo direto ou indireto na formação do governo e na sua administração, seja ao votar, seja ao concorrer a cargo público. No entanto em democracia, a própria definição de direito, pressupõe a contrapartida de deveres. Direito que não deixa de ser aquilo que é reto; justo; conforme a lei; poder moral ou legal de fazer, de possuir ou de exigir alguma coisa; poder legítimo; faculdade. Dever a obrigação moral; o que é obrigado a fazer ou evitar; o que impõe a lei moral, leis ou costumes. Como vivemos em sociedade e para que haja um entendimento entre todos os cidadãos, é necessário que todos assumam responsabilidades perante a comunidade em que vivem, a isto se chamam as responsabilidades na Cidadania. Com a Cidadania percebemos como é bom viver em comunidade se todas as pessoas se respeitarem. As responsabilidades na Cidadania significam que devemos cumprir os nossos direitos e deveres. Só podemos exigir os nossos direitos quando cumprimos os nossos deveres de Cidadania e que são, por exemplo, a obrigação de pagar impostos, votar em eleições e defender a nossa pátria. Os nossos deveres enquanto cidadãos não são apenas aqueles que a lei exige que sejam cumpridos, mas é tudo aquilo que façamos e que possa contribuir para uma melhor sociedade e para o bem-estar de todos os cidadãos. Viver em Democracia exige que as pessoas se comportem de uma determinada forma, que possuam certas características que contribuem para um maior entendimento entre todos, a isto se chamam as virtudes cívicas e que podem ser: Responsabilidade moral (o dever de respeitar aquilo que é correto e não aceitar aquilo que consideramos estar mal); Autodisciplina (sermos orientados, respeitando sempre os outros, de forma a melhor vivermos em sociedade); Respeito pelo valor individual, próprio e alheio e dignidade humana (entender quecada pessoa tem o seu valor e que todos devem ser respeitados); Respeito pela supremacia do Direito (saber que devemos respeitar as leis e as normas que orientam a vida em sociedade); Capacidade crítica (percebermos aquilo que é incorreto e chamarmos a atenção para as situações de injustiça que conhecermos); Vontade de negociar e alcançar compromissos (perceber que nem sempre podemos fazer tudo aquilo que queremos e que, por isso, é importante entrar em acordo com as outras pessoas) Quanto a direitos, liberdades e garantias dos trabalhadores, o art.53º (segurança no emprego), diz-nos que é garantida aos trabalhadores a segurança no emprego, sendo proibidos os despedimentos sem justa causa, ou por motivos políticos ou ideológicos. O art.54º (comissão de trabalhadores) diz; que é direito dos trabalhadores criarem comissões de trabalhadores para defesa dos seus interesses e intervenção na vida democrática na empresa; que os trabalhadores deliberam a constituição, aprovam os estatutos e, elegem por voto direto e secreto, os membros das comissões de trabalhadores; e que os membros das comissões gozam da proteção legal reconhecida aos delegados sindicais. Foram também criadas algumas instituições internacionais no sentido da defesa dos direitos e serviços laborais, como a OIT (organização internacional do trabalho, que tem as suas origens na matiz social da europa e dos E.U.A no século 19 com o objetivo de responder ás preocupações de ordem moral e económica associadas ao custo humano na Revolução Industrial, esta foi criada pela conferência da paz após a 1ª guerra mundial. O art.57º (direito à greve) é garantido aos trabalhadores o direito à greve, competindo aos mesmos definir o âmbito de interesses a defender através da greve, não podendo a lei limitar esse âmbito, desde que se mantenham os serviços mínimos indispensáveis, mantendo assim a manutenção dos equipamentos e das instalações. O art.58º (direito ao trabalho) traduz-se nisso mesmo, todos têm direito ao trabalho, e para isso o estado é “obrigado” a promover: a execução de políticas de pleno emprego; a igualdade de oportunidades na escolha ou género de trabalho e condições para que não seja vedado ou limitado, em funções de sexo, o acesso a quaisquer cargos, trabalho, ou categorias profissionais; a formação cultural e técnica, e a valorização profissional dos trabalhadores. O art.59º (direito ao trabalho) diz-nos também que todos os trabalhadores, sem distinção de raça, sexo, idade, cidadania, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, têm direito: à retribuição do trabalho, segundo a natureza, qualidade e quantidade, observando-se o princípio de que para trabalho igual, salário igual; a organização do trabalho em condições socialmente dignificantes, de forma a facultar a realização pessoal e a permitir a conciliação da atividade profissional com a vida familiar; a prestação de trabalho em condições de higiene, segurança e saúde; ao repouso e ao lazer, a um limite máximo da jornada de trabalho, ao descanso semanal e a férias remuneradas; à assistência material, quando involuntariamente se encontrem em situação de desemprego; a assistência e justa reparação quando vítimas de acidente de trabalho ou de doença profissional. Estes são só alguns exemplos, pois temos muitos mais direitos como cidadãos trabalhadores. Estes direitos não se resumem só a Portugal, pois vivemos numa comunidade europeia. A Cidadania da União Europeia, (popularmente referida como cidadania europeia) e um objetivo desde o Tratado de Roma, foi estabelecida pelo Tratado de Maastricht assinado em 1992. Para ter a "Cidadania da União" um indivíduo necessita ser anteriormente titular da nacionalidade de um Estado-membro. No caso Micheletti vs. Delegação do Governo na Cantábria, foi determinado que "cabe a cada Estado-membro, com a devida consideração das leis comunitárias, estabelecer as condições para a obtenção e perda de sua nacionalidade". Segundo o mesmo caso, a dupla-nacionalidade composta por apenas uma nacionalidade de um Estado-membro é suficiente para preencher todos os requerimentos necessários para ser reconhecida a titularidade da "Cidadania da União". A cidadania europeia possibilita certos direitos e privilégios no seio da União Europeia; em muitas áreas os cidadãos europeus têm os mesmos ou similares direitos que os cidadãos nativos de outro Estado-membro. Entre os direitos de que gozam os cidadãos europeus destacam-se: o direito da liberdade de movimento e residência em qualquer país membro da União e o direito de pleitear postos de trabalho em qualquer esfera (incluindo serviço civil à exceção de posições delicadas como a Defesa); o direito de voto e o direito de se candidatar às eleições locais (municipais) e europeias em qualquer Estado-membro sob as mesmas condições que os nacionais do Estado em que reside; o direito de proteção pelas autoridades diplomático-consulares de outro Estado-membro em um país extracomunitário, no caso de não haver representação diplomático-consular do Estado do qual o cidadão é nacional. A integração nas Comunidades Europeias constitui um dos momentos chave da História de Portugal no século XX. A nossa aproximação às instituições europeias constitui um longo e moroso processo em que as diferentes etapas se sucederam com uma certa cadência e regularidade, desde a nossa participação na OECE. Este processo de aproximação resultou, em larga medida, de motivações económicas e de posições políticas pontuais, mais do que fruto de um pensamento político oficial sobre a questão da integração europeia. Num primeiro momento verifica-se um gradual afastamento de Portugal deste universo europeu. Na verdade, este desinteresse português pela ideia de Europa persistirá no período da revolução de Abril de 1974 e mesmo no período pós-adesão. O interesse demonstrado pelo meio académico e cultural, nomeadamente a partir de Maastricht, constituirá um inestimável contributo para a emergência em Portugal de um interesse mais visível pelo destino da Europa e pela sua arquitetura institucional. A viragem ocorria, porém, nos primeiros anos da década de setenta, ainda que com algumas resignações. Convirá sublinhar, por outro lado, que uma certa abertura à Europa, em larga escala determinada por razões económicas, aconteceu ao tempo de Salazar. Relembre-se a integração na Organização Europeia de Cooperação Económica (OECE) criada em 16 de Abril de 1948 (mais tarde Organização de Cooperação e Desenvolvimento Económico – OCDE), em resultado do Plano Marshall. A ajuda financeira americana as Portugal verificou-se “apenas durante alguns anos mas o processo de liberalização das trocas comerciais e das transações invisíveis, levadas a cabo pela OECE, estendeu-se até 1960, data em que se transformou na Organização de Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE). Evoque-se, a título de exemplo que, Portugal com a sua participação neste processo atingiu um nível de liberalização do comércio dos mais elevados países europeus. É necessário, sem dúvida, referir uma outra etapa decisiva da aproximação de Portugal aos movimentos Europeus dá-se com a nossa participação, como membro fundador, na European Free Trade Area (EFTA). Como bem se sabe, a EFTA constituiu-se fundamentalmente como uma plataforma para que alguns países membros da OECE que não faziam parte da CEE, pudessem eventualmente, “quando a oportunidade surgisse, aproximarem-se desta última organização, aderindo a ela ou a ela se associando por qualquer forma. Neste contexto, os restantes membros da EFTA, incluindo Portugal, solicitaram a abertura de negociações com a CEE para o estabelecimento de relações económicas e comerciais. A Revolução 25 de Abril 1974 derruba o último governo do Estado Novo e dá-se a vitória da democracia e do pluralismo partidário. A consolidação da democracia e adesão d Portugal à CEE passam a ser os novos desígnios de Portugal. À luz deste novo paradigma, em 29 de novembro de 1976, o Governo português solicita a adesão de Portugal às Comunidades Europeias, facto que viria a ocorrer a 1 de janeiro de 1986. A adesão de Portugal às então Comunidades Europeias foi uma decisão eminentemente política e estratégica. Portugal assumiu o projeto de integração europeia com o objetivo de consolidar as suas instituições democráticas, modernizar as suas estruturas económicas e caminhar para a abertura da sua sociedade. ________________________________________________________________________________________________________ Nesta unidade de competência (CP1), foram vários os temas que estudamos integrados no módulo “Liberdade e Responsabilidade Democráticas”. Neste módulo, aprofundei os meus conhecimentos sobre a organização do estado democrático Português, as regiões autónomas e especificidades do seu regime político-administrativo, o poder local e os contributos do cidadão na promoção, construção e defesa dos princípios democráticos. Fiquei a conhecer a organização do estado Português, assim como a ditadura de 1926 a 1974, a constituição de 1933 que estabelece o estado novo, a revolução democrática de 25 de Abril de 1974 e a nova constituição de 1976. Analisamos os direitos e deveres dos cidadãos, e sua relação com o estado. Aprofundamos alguns artigos da constituição, assim como os órgãos de soberania no estado Português. Debatemos também os direitos dos trabalhadores, código do trabalho e organismos protetores dos direitos laborais. Abordamos a integração de Portugal nas instituições internacionais, como a NATO, ONU, EFTA e CEE, atualmente, a união europeia. Nesta temática, falamos na globalização, tratado de Maastricht, novos tratados, direitos dos cidadãos europeus e direitos fundamentais do Homem. Este módulo foi de grande importância para mim, porque aprofundei os meus saberes em direito laboral e tomei conhecimento, de instituições que poderão ser úteis no futuro. ________________________________________________________________________________________________________ Fernando Miguel Costa Silva Nº11 Curso: Técnicos de Instalações Elétricas – EFA –NS Formadores: Paula Pata e José Morais 08 junho 2013

Meios de comunicação

Meios de comunicação  Meios de comunicação sociais: - Noção - Exemplos  Meios de comunicação pessoais: - Noção - Exemplo Os meios de comunicação são instrumentos utilizados desde os tempos mais remotos, para comunicar com os outros. Assim conseguiam receber e enviar, toda a informação possível que desejavam transmitir. Hoje com as novas tecnologias tudo se tornou mais fácil e prático nesse sentido. 1. Meios de comunicação sociais Os meios de comunicação sociais são instrumentos que a sociedade em geral utiliza para chegar a informação em simultâneo a todos. Exemplos: Antigamente era muito mais complicado e demorado chegarem as informações a toda a sociedade. Não existiam muitos meios, tinham de utilizar os jornais ou a rádio. Hoje em dia, já temos a televisão, a internet, folhetos e placards de publicidade, assim como o telemóvel que também já nos consegue disponibilizar notícias em tempo real. 2. Meios de comunicação pessoais Os meios de comunicação pessoais são instrumentos que as pessoas utilizam para transmitir ou receber uma informação individualmente Exemplos: Nos tempos mais primórdios os índios utilizavam o fumo ou reflexos de espelhos como forma de comunicação, mais tarde utilizou-se o telégrafo para enviar as mensagens em código Morse (muito utilizado também nas guerras), hoje em dia já utilizam o correio (CTT), ou mais modernizado, o correio eletrónico, telefones ou telemóveis, redes sociais como o Messenger ou o skype. ________________________________________________________________________________________ CLC5C – Cultura, Língua e Comunicação Trabalho realizado pelos formandos: António Sá Soares, nº 2 Deudate Santos, nº 7 Fernando Silva, nº 11 Vitor Pereira, nº 25

Reflexão CLC5C – Cultura, língua e comunicação

Reflexão CLC5C – Cultura, língua e comunicação  Nascimento e difusão dos meios de comunicação social: - A história da T.V.; - A T.V. e a massificação da comunicação; - Reality Show; - Caraterísticas do big brother; - Criticas apontadas aos reality shows.  Caraterísticas da internet: - O seu criador; - Potencial da internet; - A internet enquanto auto-estrada da desinformação.  Ciberespaço, Cibercultura, Ciberarte: - Arte interativa e a alteração do conceito de propriedade autoral; - museus virtuais alteram a relação do ‘’espetador’’ com a obra de arte. _________________________________________________________________________________ • Não se pode dizer precisamente quem inventou a televisão, pois vários estudiosos contribuíram de uma forma ou de outra para a criação deste aparelho. Os primeiros aparelhos de televisão não eram mais que rádios com um disco giratório mecânico que produzia uma imagem do tamanho de um selo postal. O primeiro serviço de alta definição só surgiu na Alemanha, em 1935, na intenção de transmitir as Olimpíadas de Berlim. Devido aos avanços tecnológicos e económicos que o mundo presenciou após a Segunda Guerra Mundial, a televisão ganhou grande popularidade. Até esse momento, toda a imagem era em preto e branco. A televisão a cores surgiu nos Estados Unidos, em 1954. • A invenção e larga disponibilização de meios de comunicação como o rádio e a televisão possibilitaram a massificação da informação, e a versatilidade no seu consumo: a possibilidade de absorver informação enquanto se conduz ou se come o pequeno-almoço. Um dos grandes problemas na comunicação social tradicional é o empacotamento de ideias para consumo rápido. • Reality show é um tipo de programa televisivo baseado na vida real. Podemos então falar de reality show sempre que os acontecimentos nele retratados sejam fruto da realidade e os visados da história sejam pessoas reais e não personagens de um enredo ficcional. Exemplo deste é o programa mundialmente conhecido Big Brother. • A organização básica do Big Brother passa por selecionar várias pessoas de vários lugares e juntá-las numa casa fechados 24 horas por dia, durante 3 meses, sem contarem com notícias do exterior e sobre as regras do jogo, que passam por exemplo, por não poderem desligar os micros em caso algum. Naturalmente com o passar do tempo irão criar-se conflitos e intrigas, reflexos das discussões do dia-a-dia, ou algumas cenas mais “quentes”, causadas pela ausência de afetos. • Apesar do êxito deste tipo de programas e de liderarem as audiências, este tipo de programas não enriquecem o conhecimento de ninguém, apesar dos espetadores ficarem sempre à espera de uma cena de sexo, ou de agressão física. Fútil sem dúvida! • Sir Timothy John Berners-Lee foi o criador da World Wide Web (Rede Mundial de Computadores – Internet), tendo feito a primeira proposta para sua criação em março de 1989.2 Em 25 de dezembro de 1990, com a ajuda de Robert Cailliau e um jovem estudante do CERN, implementou a primeira comunicação bem-sucedida entre um cliente HTTP e o servidor através da internet. • Uma das características fundamentais da Internet é que com um simples clique chegamos a todo o lado. Não existe uma Internet francesa nem uma Internet inglesa: estão todas ligadas e não podem ser separadas. A Internet não está dividida em documentos de qualidade e documentos sem qualidade e também não está dividida em Internet acadêmica e Internet comercial. Não existe discriminação, trata-se de uma única Internet, livre e acessível. É aí que reside o seu poder. Na minha opinião a internet é o paraíso da gratuitidade, do acesso aberto às informações. Atualmente usamos em demasia ou mesmo de uma forma quase compulsiva e aditiva a Internet e os seus conteúdos. O "consumo" de Internet por vezes exagerado por parte dos jovens, leva a um desinvestimento no real e um investimento no virtual e são passadas largas horas on-line, sugerindo uma nova dependência, a Internet. • É hoje reconhecido o leque de possibilidades que a Internet veio facultar e a crescente importância que esta vem assumindo nas nossas vidas, motivando e suscitando diferentes estudos e investigações. Enquanto tecnologia da informação e tecnologia social, a Internet possibilita o armazenamento e distribuição, a uma escala global, de uma vasta gama de informação e de uma comunicação em rede. A Internet aparece-nos como um mass media poderosíssimo, onde se pode encontrar tudo, por exemplo no youtube, pode-se aprender a construir uma bomba, fabricar drogas, aprender a provocar danos no próprio ou em outros, e ver todo o tipo de espetáculo com o mais variado conteúdo. Nesta sociedade que se diz de informação é importante e necessário que os jovens cresçam informados e dominem as novas ferramentas multimédia, para que consigam adaptar-se a esta sociedade de consumo. Relativamente à informação apresentada pelos mass media referem que fornecem informação, mas esta informação é seletiva, superficial, muitas vezes mistificadora e confusa na sua apresentação. • Nos dias de hoje verifica-se uma luta constante dos autores para conseguirem manter os seus direitos de propriedade autoral. Na internet um dos “produtos” mais procurados são sem dúvida os downloads, seja de filmes, livros, ficheiros, jogos, sofware, aplicações, música, etc. Já ninguém respeita, nem remunera o trabalho dos autores, encontra-se com facilidade na internet e grátis. É sem dúvida uma era de ilegalidades legais. Afinal, quem que é que nunca fez um download? • Outro tema que não devemos abstrair são os museus virtuais. São espaços virtuaia de mediação e de relação do património com seus usuários através da internet. São também conhecidos como museus online, museus eletrónicos, hipermuseus, museus digitais, cibermuseus ou museus na web. As pessoas estão cada vez mais a utilizar este modo de visita virtual, que já é disponibilizado por muitos, e conceituados museus do mundo, como por exemplo, o Louvre, em Paris. Tem um senão, através do ecrã não temos reação de um dos nossos sentidos; o olfato! _________________________________________________________________________________ Na globalidade, nesta unidade, gostei de todos os temas. Desenvolvi bastante em termos de expressão, que era um dos meus pontos menos bons. Em termos práticos retirei muita informação útil. Aprendi a olhar de forma diferente para muitas coisas como a televisão e a sua utilização por parte dos media. A área da internet foi o que mais me despertou o interesse, além de tudo o que foi debatido nas sessões, despertei para o novo mundo da internet e da pesquisa, algo que não se sucederia se não tivesse aberto as portas ao conhecimento. Quanto aos reality shows, anteriormente já referenciei a minha opinião, programação fútil. Em relação ao mundo virtual, apesar de se apresentar como o futuro, acho que nada se compara à realidade, onde se pode utilizar todos os nossos sentidos, mas sou sempre aberto ás novas tecnologias, afinal ninguém pode nem deve ficar indiferente. Temos de nos manter informados e se possível atualizados. Fernando Miguel Costa Silva Nº11 Curso: Técnico de Instalações Elétricas – EFA – NS Formadoras: Amélia Ferreira e Cristina Alegria 03 de junho de 2013

Vantagens das tecnologias de informação e comunicação (TIC) nas empresas

Vantagens das tecnologias de informação e comunicação (TIC) nas empresas  Acesso a novas oportunidades, tal como maior exposição do produto (através do uso de sites);  Cartão de visita nas empresas;  Aumento da rapidez da comunicação, quer a nível exterior, como interior (Intranet), dotando-a de rapidez e eficácia dentro da própria empresa;  Facilita a administração em geral;  Permite o armazenamento de toda a informação relativa à empresa (tornando os arquivos fáceis e sempre disponíveis para consulta).  Hoje em dia a maior parte das empresas, têm acesso à informação e comunicação através da internet, aumentando assim a sua produtividade. 1. Através do uso de sites, até mesmo de pop-ups (pequenos cartões de visita, nas páginas dos sites), cria-se publicidade das empresas, nas mais variadas áreas. 2. Hoje a TV, os folhetos, a internet, são sem dúvida o verdadeiro e melhor cartão de visita de uma empresa, sendo que muitas empresas não sobreviveriam hoje sem estas novas tecnologias. 3. Com o aparecimento da internet, ficou muito mais rápido e fácil para as empresas comunicar e negociar a nível Nacional e Mundial, assim como realizar negócios, pudendo até interagir com os clientes por videoconferência. 4. Toda esta nova geração de informação e comunicação veio facilitar a administração das empresas no geral. 5. Com a internet, podemos hoje em dia armazenar online toda a informação e documentação da empresa através de sites para o efeito, libertando assim às empresas espaço e menos despesas em papel.  Após a apresentação e desenvolvimento do tema: vantagens das Tecnologias de Informação e Comunicação, foram debatidas várias opiniões e foram surgindo informações, que foram enriquecendo o tema.  Este trabalho foi bastante produtivo e muito satisfatório para nós. Tema desenvolvido pelos formandos: Fernando Silva, Carlos Silva e António Raínho Curso: Técnicos de instalações eléctricas – EFA-NS CLC5B – Cultura, língua e comunicação – Formadora: Cristina Alegria Aveiro, 22 abril 2013